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Corpo Discente - Egressos
Claudio Henrique Nogueira de Medeiros
| Título | Desenvolvimento e validação de bioproduto injetável à base de hemoderivados de equino para medicina regenerativa veterinária |
| Data da Defesa | 21/10/2025 |
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Banca
| Examinador | Instituição | Aprovado | Tipo |
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| Profa. Dra. Nina Bezerra de Morais | Universidade Estadual do Ceará | Sim | Titular | | Prof. Dr. Daniel de Araújo Viana | Universidade Estadual do Ceará | Sim | Titular | | Prof. Dr. Francisco Antônio Félix Xavier Júnior | Universidade Estadual do Ceará | Sim | Suplente | | Prof. Dr. Isaac Neto Goes da Silva | Universidade Estadual do Ceará | Sim | Presidente | | Prof. Dr. José Ferreira Nunes | Universidade Estadual do Ceará | Sim | Titular | | Prof. Dr. Leonardo Tondello Martins | Universidade de Fortaleza | Sim | Titular |
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| Palavras-Chaves | medicina regenerativa; terapia; regeneração; IRAP; liofilizado. |
| Resumo | O uso de hemoderivados constitui uma valiosa estratégia terapêutica para lesões clínicas e
cirúrgicas em diferentes espécies, incluindo a humana, devido à alta concentração de
moléculas bioativas e fatores de crescimento que estimulam a cicatrização e reduzem a
inflamação. Entre os principais biomateriais regenerativos destacam-se o plasma rico em
plaquetas (PRP) e o soro condicionado (SC). O PRP libera fatores de crescimento e moléculas
de adesão que promovem proliferação celular, angiogênese, síntese de colágeno e modulação
inflamatória, favorecendo a regeneração tecidual. O SC, por sua vez, apresenta elevadas
concentrações do receptor antagonista da interleucina-1 (IRAP), que bloqueia cascatas
inflamatórias e contribui para o reparo tecidual. Apesar de possuírem composições distintas,
PRP e SC apresentam ação sinérgica na cicatrização e no controle da inflamação. Contudo,
seu uso enfrenta limitações, como a ausência de padronização no processamento, riscos
microbiológicos e imunológicos, e restrições inerentes à aplicação autóloga, que inviabilizam
a produção em escala e o uso em pacientes com alterações celulares. Além disso, a curta
meia-vida dos hemoderivados, de cerca de 24 horas, dificulta sua utilização em locais
distantes de estruturas laboratoriais adequadas. |
| Abstract | The use of blood-derived products is widely recognized as a valuable therapeutic strategy for
clinical and surgical lesions in various species, including humans, due to their high
concentration of bioactive molecules and growth factors that stimulate wound healing and
reduce inflammation. Among the main regenerative biomaterials, platelet-rich plasma (PRP)
and conditioned serum (CS) stand out. PRP releases growth factors and adhesion molecules
that promote cell proliferation, angiogenesis, collagen synthesis, and inflammatory
modulation, thereby supporting tissue regeneration. CS, in turn, presents high concentrations
of the interleukin-1 receptor antagonist protein (IRAP), which blocks inflammatory cascades
and contributes to tissue repair. Although their compositions differ, PRP and CS act
synergistically to enhance healing and control inflammation. However, their use faces
limitations such as lack of standardized processing, microbiological and immunological safety
risks, and restrictions associated with autologous application, which hinder large-scale
production and use in patients with altered cell profiles. Furthermore, the short shelf life of
blood-derived biomaterials—approximately 24 hours—limits their application in remote areas
lacking proper laboratory infrastructure. |
Instituições Participantes